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O Jinjer acaba de lançar seu tão aguardado novo álbum, “Macro”. A banda inteira esteve recentemente pelos estúdios da Loudwire para conversar sobre o álbum, juntamente sobre a guerra em seu país natal, a Ucrânia, rejeitando o termo “popular” e muito mais.

Para sobreviver como uma banda, Jinjer teve que se deslocar pela Ucrânia à medida que a guerra com a Rússia se intensificava. A música ajudou a mantê-los juntos, enquanto o desespero agia como um motivador supremo. “Não há muito dinheiro para os refugiados, como éramos”, diz o baixista Eugene. “Fomos jogados fora em algum lugar longe de casa e a única coisa que poderia nos trazer alguma renda era a música e começamos a fazer turnês sem parar. Foi isso que nos manteve juntos: desespero.

Apesar da recente explosão de popularidade de Jinjer, a banda ainda não se considera popular. “Eu não queria que [” Pisces”] fosse popular”, revela a vocalista Tatiana. “Cancela a ideia de Pisces. Não somos o tipo de pessoa que é popular. “

Quanto a Macro, Tatiana está mais animada para os fãs ouvirem “Noah”, pela qual ela “reescreveu [a] Bíblia”. Os Jinjer estão igualmente felizes com todas as músicas do Macro, que são as primeiras da banda. “Cada um de nós está feliz com tudo. Sempre foi como um compromisso, mas agora é 100% de satisfação. “

Você pode ouvir o novo álbum de Jinjer aqui. Eles também estão atualmente em turnê nos EUA com datas marcadas para o início de novembro, seguidas de uma jornada pela Europa para encerrar o ano. Além disso, a banda marcou seu retorno ao Brasil para Março de 2020. Informações sobre os ingressos aqui..

Fã de sludge/stoner/doom e bandas pontuais de várias outras vertentes. Paulistano esperando a volta segura de shows, fã de uma boa competição, seja ela qual for. Aqui na Rede Metal faz curadoria e publicação de conteúdo e toda parte administrativa e estratégica.