Com mais de 50 anos de carreira, influenciando gerações de músicos e um legado imortal passado de pai para filho, o Deep Purple, junto com LEd Zeppelin e Black Sabbath, é um dos principais pilares do hard rock e heavy metal no mundo.

Em seu 21 álbum de estúdio os coroas mostram que apesar da idade avançada ainda mantém a energia vibração de outrora e continuam sendo uma banda extremamente relevante mesmo após décadas.

Claro que nem de longe estamos falando de um disco que chegue ao patamar de brilhantismo de petardos como “Burn”, Machine Head”, Fireball”, “In The Rocks” e tantos outros. mas também não são fiascos criativos como “Abandon” e “Bananas”.

Mais uma vez a banda contou com o competentíssimo produtor Bob Erzin, que assinou os três últimos discos da banda e discos da magnitude de School’s Out (1972) de Alice Cooper, Destroyer (1976) do Kiss e The Wall (1979) do Pink Floyd.

Mantendo o alto astral e o clima leve dos discos anteriores, “Now What?!” (2013) e “Infinite” (2017), com composições predominantemente curtas e diretas, “Whoosh!” parece soar como o a última parte de uma trilogia da fase atual da banda.

É um disco despretensioso que agrada pela criatividade e pela classe característica de uma das maiores lendas do rock mundial