Mais um review, mais uma banda sueca (vamo variar issaê direçaõ??…rs), e mais uma banda que tive o prazer de conhecer a medida que escrevo estas mal digitadas linhas.

Como sempre para ter uma base comparativa e fui ouvir primeiro os disco anteriores da banda, o belíssimo debut autointitulado “Blue Pills” de 2014 e o insosso “Lady in Gold” de 2016.

E meus amigos, que discaço!!! De longe “Holy Moly” mostra um diferencial que na minha opinião é essencial em qualquer disco: PRODUÇÃO. Aqui temos um trabalho mais cuidadoso, com timbres mais cristalinos e menos abafados como nos seus antecessores.

As composições também estão mais inspiradas com linhas instrumentais simples e diretas, mas com muita criatividade e bom gosto. O trio instrumental formado por Zack Anderson (guitarra, que anteriormente era o baixista ), André Kvarnström (bateria) e o recém chegado Kristoffer Schander (baixo) riam uma verdadeira passarela sonora para a belíssima vocalista Elin Larsson desfilar seu vozerão de forma incontestável.

O disco não perde o folego e mantém um clima 70 contagiante do começo ao fim, alterando levadas leves, rápidas e muita psicodelia que vai agradar em cheio fãs de Led Zeppellin, The Who, The Doors e Great Van Fleet