Após um hiato de 19 anos, os mestres do Culto da Ostra Azul estão de volta, e mano que pooooouta discaço!!!!

Liderado pelo vocalista, Eric Bloom e o guitarrista Buck Dharma o disco segue o altíssimo padrão de qualidade no que se refere as composições e as letras, como sempre soturnas e de origem misteriosa mostram que esses anos todos parado não afetou em praticamente nada o quinteto americano.

Por ser uma banda extremamente eclética que sempre fugiu de rótulos e parâmetros que limitassem sua criatividade, todo disco da banda traz muitas experimentações e nisso “The Symbol Remains” é um prato cheio.

“That Was Me”, que abre o álbum, traz um “hardão” ríspido e com uma batida constante e contagiante. “Tainted Blood” traz uma balada que ganha intensidade a medida que progride dos versos para o refrão e, na minha opinião é um dos pontos altos do disco.

“Nightmare Epiphany” com seu clima setentista, “Edge of the World” com um pegada bem moderna e densa “The Machine”, são outras que merecem destaque especial neste material.

Este disco com certeza vai agradar e muito os fãs que como eu, “broxaram” como fraquíssimo “Curse of The Hidden Mirror” de 2001, e pode ser facilmente alçado a categoria de “audição obrigatórios” na extensa discografia da banda