O quinteto autraliano AC/DC, é sem dúvida uma banda consolidada dentro do rock e uma verdadeira fênix que sobreviveu a quase todas as adversidades que uma com uma carreira tão extensa pode passar.

Assim como o clássico “Back In Black”, que foi uma homenagem póstuma ao falecido vocalista Bon Scott, o mais recente trabalho da banda é um tributo ao ex-guitarrista Malcom Young.

A banda retorna ao seu “mais do mesmo” com o retorno de músicos importantes na história do quinteto, que conta agora com Brian Johnson (vocal), Angus Young (guitarra solo), Stevie Young (guitarra base),Cliff Williams (baixo) e Phil Rudd (bateria).

O trabalho como um todo traz velha fórmula de rock e blues que marcou toda a carreira da banda e mostra uma que estes dinossauros sabem muito bem o que fazer para agradar os fãs, principalmente aos mais aficionados.

As musicas são envolventes e transbordam energia, o que é muito bem vindo em um período tão obscuro com temos vividos nos últimos anos e mostra principalmente os esforços de uma banda em trazer algo bom para o mundo, levando em consideração que eles nem precisariam mais estar produzindo discos.

Apesar de um trabalho bem equilibrado e coeso com todas as faixas soam de forma quase similar, temos algumas pérolas aqui como “Rejection”, “Through The Mists Of Time”, No Man’s Land” e “Systems Down”.

Se este for o ultimo trabalho desta instituição do mais genuíno rock n roll, não fará feio dentro da discografia.

Pai da Lucy, baixista do Souls of Rage, guitarra e vocal do Covah e headbanger fanático, atuou em diversas frentes da cena underground nacional, desde trabalhos de roadie, técnico de som e produção, até editor e apresentador do extinto programa Metaslpash na AllTv.